Onças na mata atlântica
Fonte: Reprodução.
A professora Valéria Conforti, da Universidade de Franca - SP (UNIFRAN), em colaboração com outros pesquisadores acadêmicos, representantes de empresas e de órgãos do governo, estabeleceu um plano de ação para ampliar em 20% a população de onças pintadas na Mata Atlântica. "Entre as principais ações estão a redução da caça, o monitoramento das populações remanescentes, o uso de técnicas como inseminação artificial e a formação de um banco de sêmen de onças-pintadas da mata Atlântica."
teste

Matrícula - 1º semestre de 2014
Todas as informações abaixo constam do Calendário Escola
www.sistemas.usp.br – Júpiter Web – Calendário USP - 2014
1ª Interação de Matrícula – de 27/11 a 02/12/13.
2ª Interação de Matrícula – dias 09 e 10/12/13
3ª e última Interação de Matrícula – de 19/12 a 06/01/14.
Seleção de Optativas – 09 e 10/01/14
RETIFICAÇÃO DE MATRÍCULAS – de 10 a 18/02/14.
INÍCIO DAS AULAS – 17/02/2014
Livro detalha a descoberta da estrutura do DNA
A profª Mayana Zatz, do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do IB/USP, falou à Folha de São Paulo sobre o livro publicado em 1968 que conta sobre uma das maiores descobertas científicas de todos os tempos.
“A Dupla Hélice”, livro escrito por James Watson, um dos responsáveis pela descoberta, só agora chega ao Brasil na sua versão em português. A publicação conta bastidores e detalhes da descoberta que revolucionou a Ciência: a elucidação da estrutura do DNA, molécula que carrega a informação que os seres vivos mantêm em suas células e transmitem aos seus descendentes. Antes da descoberta, só havia dados de como a molécula se comportava frente a experimentos diversos. Com tais dados, James Watson e Francis Crick tentavam elucidar a estrutura física da molécula que atendesse aos resultados experimentais obtidos. A única forma que correspondia a tais informações era a forma de dupla-hélice. A partir daí a Biologia Genética se desenvolveu numa velocidade impressionante. Todas as metodologias de trabalho com o
DNA levam em conta a sua estrutura física. A descoberta rendeu a eles o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina em 1962.
Sancionada lei que proibe uso de animais pela indústria cosmética
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta quinta-feira, 23, que promulgou o projeto de lei estadual que proíbe testes em animais na indústria de cosméticos, higiene pessoal e perfumes. A medida ainda será regulamentada, mas empresas que desobedecerem ficam sujeitas a multa de cerca de R$ 1 milhão por animal usado em teste.
Células-tronco têm efeito positivo no tratamento de distrofia muscular
Brasil tem avançado cada vez mais em pesquisas com células-tronco. Pesquisadores testaram célula-tronco do tecido adiposo de camundongos.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) testaram células-tronco encontradas no tecido adiposo de camundongos com distrofia muscular, que provoca a paralisação progressiva dos músculos até a morte. Eles descobriram que elas aumentaram a expectativa de vida dos animais.
O administrador Sérgio Santos Soares tinha 25 anos quando descobriu que tinha esclerose múltipla, uma doença crônica que atinge o sistema nervoso central. Ele ficou sem poder andar e precisou de ajuda até para comer. “Para eu partir uma pizza, uma carne, nossa, eu ficava nervoso, escorregava do meu prato. Não tinha força para pegar os talheres”, conta.
No ano passado, aos 37 anos, Sérgio passou pelo transplante de células-tronco. Ele foi um dos primeiros no Brasil. Depois disso, a doença nunca mais se manifestou e hoje ele se locomove com a ajuda de um andador. “Foi uma maravilha pra mim. Foi uma nova vida que Deus me deu através dos médicos aqui na Terra”, comemora.
O Brasil tem avançado cada vez mais nos estudos das células-tronco para o tratamento de doenças. Foi do laboratório do Centro de Pesquisas do Genoma Humano do Instituto de Biociências da USP que saiu a mais recente descoberta na área no Brasil.
Os pesquisadores descobriram que células-tronco adiposas, quando transplantadas em camundongos com distrofia muscular grave, aumentavam o tempo de vida desses animais em 30%, em média.
Eles testaram as células-tronco retiradas de vários tecidos na região abdominal de mulheres que passaram por cirurgias. “Nós abordamos pacientes que estavam fazendo cirurgias ginecológicas e conseguimos obter materiais do mesmo paciente, de quatro tecidos diferentes. Nós tiramos da gordura, do músculo, da trompa e de endométrio”, relata Marcos Valadares, pesquisador da USP.
Somente as células de gordura implantadas nos camundongos surtiram efeito e os animais viveram 30% a mais do tempo médio esperado pelos pesquisadores. “Isso é um resultado muito importante, porque se a gente conseguir transferir para o paciente, a gente tiver o mesmo resultado, isso significa 20 anos a mais na vida da pessoa. Uma pessoa de 60 anos vai poder viver 20 anos a mais”, explica Mayana Zatz, diretora do Centro de Pesquisa.
Segundo os pesquisadores, em dez anos esse tratamento poderá estar disponível para humanos.