Sessão "Estudar e Pesquisar na Alemanha"
O Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) convida para a Sessão de palestras “Estudar e Pesquisar na Alemanha – Programas de Bolsas e Fomento” que será no dia 13 de fevereiro, às 13h30 no Pergamon Hotel, Rua Frei Caneca, 80, Consolação, São Paulo.
A Sessão destina-se a estudantes do ensino médio, graduandos, mestrandos, doutorandos, cientistas e gestores de ensino, pesquisa e intercâmbio, interessados em realizar um estudo ou pesquisa na Alemanha e saber mais sobre as oportunidades de bolsas e cooperações. A entrada é gratuita, sem inscrições prévias. As apresentações serão em português.
Mais informações no link: http://www.daad.org.br/pt/
IC no ICB
Projeto sobre metabolismo bacteriano procura estudantes de graduação interessados em aprender sobre o tema e colaborar no projeto.
Abaixo um pequeno release da linha de pesquisa e das tpecnicas a serem aprendidas.
Metabolismo da glicose em Pseudomonas putida e Escherichia coli
Pseudomonas putida e Escherichia coli são bactérias com crescente importância clínica e biotecnológica. Porém, muitos aspectos básicos dos seus metabolismos ainda são desconhecidos. Sem esse conhecimento básico, as chances de aplicações bem sucedidas são menores.
Para saber mais sobre os princípios que regem a estrutura e o funcionamento do metabolismo nestes organismos, pretende-se estudar cineticamente várias enzimas e modificar alguns pontos das vias centrais do metabolismo.
Contamos com financiamento do projeto recém aprovado “Programmable balancing of growth and formation of polyhydroxyalkanoates in Escherichia coli” FAPESP: 2013/50357-2.
Técnicas a serem aprendidas:
- Clonagem, expressão, purificação e caracterização cinética de enzimas
- Eliminação, adição e substituição de genes em bactérias
- Modelagem computacional dos fluxos metabólicos
· Contato: Karel Olavarria Gamez
e-mails: kogamez@gmail.com ou kolavarria@usp.br
Você é pós-graduando e quer fazer intercâmbio?
As inscrições para o programa Fox International Fellowships Program (Edital 401 - Sistema Mundus) foram prorrogadas até o dia 09.02.14.
Energia e cicatrização
Pela primeira vez na história da ciência a cicatrização de todos os tecidos do organismo é vista totalmente do ponto de vista energético, e não químico.
O Artigo “Energia e Cicatrização – Como o nosso corpo funciona do ponto de vista energético”, desenvolvido no programa de pós-graduação em Cirurgia Translacional da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina e publicado na revista científica Medical Hypotheses, apresenta um novo conceito a respeito da formação dos tecidos e da cicatrização.
Ele está amparado por um suporte científico amplo, com 74 referências bibliográficas, como os estudos dos “Campos Vitais”, desenvolvidos pelo Dr. Burr; as pesquisas sobre os “Circuitos Elétricos Biologicamente Fechados”, apresentadas pelo médico e ex-presidente do Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia Björn Nordenström; as investigações do Dr. Burr e Barker com relação à corrente elétrica chamada de bateria cutânea; e as importantes comprovações relativas à estabilidade coloidal e o potencial zeta.
Mediante a investigação destes estudos citados, os cientistas responsáveis por esta tese - “Energia e Cicatrização – Como o nosso corpo funciona do ponto de vista energético” - chegaram à compreensão de como as cargas elétricas interagem no nosso corpo e o quanto isso pode mudar radicalmente a maneira de ver a Fisiologia (como o corpo funciona), o adoecimento e o tratamento das doenças.
“É a primeira vez que o mecanismo energético do funcionamento dos seres vivos é descrito detalhadamente, com uma nova racionalidade, onde podemos entender que os outros estudos – bioquímica, biologia molecular, receptores e até a genética e embriologia – são consequências das interações energéticas”, diz Prof. Dr. Paulo Luiz Farber, principal autor do artigo, Professor do Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Translacional da UNIFESP (Escola Paulista de Medicina).
“O conhecimento desses fenômenos pode trazer uma nova era para a Medicina, onde os tratamentos vão facilitar o nosso sistema natural de reparação dos tecidos”, conclui Dr. Paulo Farber.
Delitti fala sobre efeito estufa na USP
A Superintendência de Gestão Ambiental – SGA/USP – acaba de publicar o Inventário das Emissões de Gases de Efeito Estufa da USP referente ao ano de 2012.
O relatório expõe dados comparativos dos anos de 2007 a 2012, e contém as metodologias de medição, bem como as áreas quantificadas e gráficos expondo os resultados obtidos. O profº Welington Delliti, do Departamento de Ecologia e Superintendente de Gestão Ambiental da USP, comenta que a maior fonte de emissão de CO2 no Brasil ainda é o desmatamento. “Acontece que o carbono que estava estocado nas árvores de algum jeito acaba na atmosfera: seja pelas queimadas (aí a transferência é imediata), ou por outras atividades que, mais cedo ou mais tarde, vão liberar este gás carbônico”, explica.
Todas as medições realizadas foram resultado de atividades antropogênicas. As principais e mais preponderantes nas medições foram agricultura, pecuária, combustíveis e eletricidade. “Existe na USP o controle de tudo o que foi comprado de gasolina, álcool e diesel. Levantamos estes dados por campus e por ano. Outras fontes também foram consideradas, como energia elétrica, fertilizantes e outros parâmetros”, disse Delitti.
O relatório contou com dados de outros institutos, como os do PURE – Programa de Uso Racional de Energia. Mas, ao contrário do que se pensa, não há uma relação linear ou paralela entre gastos com energia elétrica e emissão de CO2. Existe uma variação que é explicada pelo profº Delitti “Não é paralelo, pois um ano a energia elétrica custou mais ou menos que os outros anos. Existe aí um fator de transformação que corrige essa relação”, conta o professor.
No relatório também há gráficos comparativos entre os campi da universidade. Devido às atividades de agricultura e pecuária, alguns campi de interior do estado despontaram como mais emissores de gases-estufa. Em se tratando de emissão por área construída, o campus de Pirassununga foi o campeão. “Lá são 2 mil hectares em pouca área construída, então a quantidade emitida dividido pela área resulta num valor alto” comenta Delitti.