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maculosa fmtFebre Maculosa: Mortes evitáveis

Você sabia que a febre maculosa tem 80% de letalidade e que a maioria dos casos ocorre no estado de São Paulo? O pior de tudo é saber que estas mortes podem ser facilmente evitadas se a população tiver a informação certa.
O professor Welington Delitti, do Departamento de Ecologia do IB/USP, acaba de lançar um livro pela Superintendência de Gestão Ambiental - SGA/ USP – sobre febre maculosa. Delitti concedeu entrevista à Gestão de Comunicação e Qualidade do IB/USP e falou um pouco sobre o projeto. “Esse livro surgiu do problema que ocorre na USP e em outras regiões do estado de São Paulo e do Brasil, que é a febre maculosa. Ela é uma doença de alta letalidade, até 80% de morte. Pode ser evitada, mas por desconhecimento e alguns problemas de gerenciamento, às vezes ocorrem casos fatais, inclusive nos campi da USP”, conta Delitti.
O livro nasceu a partir de um evento que discutiu a Febre Maculosa Brasileira (FMB). Profissionais de diversas áreas trocaram conhecimentos e experiências técnicas e científicas para o melhor tratamento da temática nos campi da USP. “Fizemos um workshop que reuniu os maiores especialistas de todas as áreas [pertinentes ao estudo e discussão sobre a doença]. O evento contou com médicos do Instituto Emílio Ribas, professores da Faculdade de Medicina da USP, do Instituto Adolfo Lutz, SUCEN (Superintendência de Controle de Endemias - Sp), de todos os órgãos competentes.” Além do livro, o evento também resultou em uma Portaria assinada pelo então reitor João Grandino Rodas no fim do ano passado cernindo as diretrizes sobre o tema.

danos fmtEstudo mostra que exposição a solventes pode provocar danos neurológicos em frentistas

Pesquisa realizada por um instituto da Universidade de São Paulo indicou que produtos causaram “alterações significativas” em grupo de células do cérebro.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A exposição frequente a solventes exalados pela gasolina podem provocar danos neurológicos em frentistas de postos de combustível. É o que apontou um estudo do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo – USP com 25 trabalhadores da capital.

No exame, foram feitos testes visuais para identificar alterações em grupos de células do cérebro. O pesquisador Thiago Leiros Costa destaca que houve alterações significativas em todas as tarefas sugeridas.

“Usamos a visão para entender se o cérebro tinha sido alterado pela exposição ao solvente. E vimos que a atividade cerebral pode ser afetada de maneira maléfica”, disse Costa. Os testes mediram a discriminação de cores, sensibilidade ao contraste e sensibilidade em diferentes pontos do campo visual.

Os voluntários passaram por exames oftalmológicos que descartaram qualquer alteração estrutural na córnea, no cristalino ou no fundo do olho. Mesmo assim, eles tiveram um desempenho inferior comparado com o grupo controle. Em quatro frentistas, a perda de sensibilidade para cores foi tão significativa que foi necessário fazer um exame genético para descartar a possibilidade de daltonismo congênito.

O pesquisador ainda destaca que, quanto maior o tempo de exposição aos solventes, maiores são os danos neurológicos. Embora os resultados da pesquisa sirvam de alerta para os riscos da profissão de frentista, ele esclarece que seria necessário ampliar os estudos no campo da medicina do trabalho para definir se equipamentos de segurança seriam eficazes na proteção aos trabalhadores.

Informações de Agência Brasil
Fonte: http://novohamburgo.org/site/noticias/saude/2013/12/23/estudo-mostra-que-exposicao-a-solventes-pode-provocar-danos-neurologicos-em-frentistas/

museu FMTConfira a programação para o Aniversário de São Paulo no Museu Paulista da USP

O Serviço de Atividades Educativas do Museu Paulista tem promovido nos últimos anos programações especiais no mês de janeiro, em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo. Em 2014, por conta do fechamento para reformas, nossas atividades acontecerão no Parque da Independência, no Ipiranga.

Nos dias 24, 25 e 26 de janeiro (sexta a domingo), os participantes poderão se divertir com versões de jogos populares adaptados para o acervo do Museu - como “Retrato a retrato”, Jogo da Memória e “Super Museu” - e exercitar sua criatividade na confecção de cartões postais personalizados ou na realização de pintura em cavaletes. Além disso, poderão participar das oficinas “Em busca do patrimônio”, “Caça-detalhes” e “Roteiro das descobertas”.

A ideia é promover atividades que incentivem o compartilhamento de experiências lúdicas entre os visitantes e, ao mesmo tempo, estimulem um novo olhar para o acervo do Museu Paulista e o Parque onde está situado.

Todas as atividades são gratuitas e não é necessário fazer inscrições. Elas são dirigidas a diferentes faixas etárias e acontecerão simultaneamente ao longo do dia, possibilitando a participação em mais de uma delas.

Confira a programação completa no site www.mp.usp.br, traga sua família e amigos e participe!

mudancas climaticas fmtLeis para enfrentar mudanças climáticas já foram aprovadas

Agência Brasil

Leis que definem instrumentos para enfrentar as mudanças climáticas já foram aprovadas em 15 estados brasileiros, mostra a pesquisa O Desafio da Harmonização das Políticas Públicas de Mudanças Climáticas, divulgada hoje (17). As normas antecipam muitos pontos que estão apenas em discussão no plano federal, explica a pesquisadora do Núcleo de Economia Socioambiental da Universidade de São Paulo (USP), Juliana Speranza. “Há avanços, tem uma massa crítica de como se pensa a política, até os instrumentos, marcos regulatórios que são criados, anteriores ao que o governo federal agora vem discutir”, enfatiza.

O levantamento foi lançado pelo Fórum Clima, que reúne o Fórum Amazônia Sustentável, o Instituto Ethos e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Entre os destaques da pesquisa estão os estados do Amazonas, Acre e de Mato Grosso, que implementaram sistemas de remuneração para evitar o desmatamento. O Amazonas tem em sua política de mudanças climáticas mecanismos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) e de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Em 2013, o estado de Mato Grosso criou o marco regulatório para o REDD+, enquanto o Acre tem, desde 2010, legislação que prevê o PSA.

“Nos estados da Amazônia, sempre houve uma preocupação com a questão do desmatamento, você tem a sociedade civil ali muito presente e é natural que tenham emergido iniciativas de políticas estaduais”, explica. A pesquisadora lembrou que um programa nacional de PSA, que remunere proprietários de terra por conservar recursos naturais, está sendo discutido no Senado.

As metas de redução de emissões de gases são realidade em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Paraíba. Na avaliação de Juliana, ações como essas acabam ajudando o país a diminuir os níveis de poluição. “Se os estados começam a ter uma agenda doméstica, que está gerenciando essas emissões e assumem um compromisso de que lá na frente, em uma data X, tem que reduzir tantos por cento [as emissões], isso ajuda na conta que a gente tem para o Brasil como um todo”, acrescentou.

brics fmtTop 10 dos Brics tem USP e Unicamp

Publicação: 17 de Dezembro de 2013 às 00:00
São Paulo (AE) - A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estão entre as dez primeiras instituições de ensino superior dos Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O ranking foi divulgada ontem pela QS Quacquarelli Symonds University, publicação britânica que divulga alguns dos principais rankings mundiais de universidades. A divulgação foi feita duas semanas depois de a Times Higher Education (THE) publicar seu primeiro ranking de instituições de países emergentes, com 22 países, entre eles os Brics, e no qual o Brasil não apareceu nem sequer entre os dez primeiros - a USP ficou em 11º e a Unicamp em 24º.

No ranking da QS divulgado apenas com países dos Brics, a USP aparece em 8º lugar e a Unicamp, em 10º. Na comparação entre países, o Brasil ficou em 3º lugar, com 17 instituições entre as top 100, atrás de China e Rússia, com 40 e 19 instituições, respectivamente. A China, aliás, foi o destaque com as duas principais universidades: a Universidade de Tsinghua e a de Pequim, respectivamente 1º e 2º lugares. O país liderou com 22 instituições entre as top 50, 7 entre as top 10 e 4 entre as top 5. No fim da lista ficaram Índia, com 16 universidades e a África do Sul, com 8.

Para a classificação, foram considerados oito indicadores, como reputação acadêmica, reputação entre empregadores, proporção de professores e alunos, professores doutores, publicações, citações em artigos científicos e número de professores e de alunos internacionais.

Leandro Tessler, professor de Física da Unicamp e que faz parte da equipe internacional de consultores da QS, disse que o ranking tem como diferencial a avaliação das universidades sob a perspectiva do estudante e que tanto USP como Unicamp tiveram destaque nos quesitos de internacionalização. “Mas, sem dúvida, o maior gargalo hoje para aumentar a internacionalização ainda é aumentar a presença do inglês nas universidades brasileiras.”

Fonte: Site Tribuna do Norte