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AmazoniaO professor Alexandre Adalardo de Oliveira, do Departamento de Ecologia – IB / USP – publicou o artigo “Hiperdominância na Flora Amazônica”, que foi publicado na edição de 18 de outubro (vol. 342). Em colaboração com pesquisadores da Europa, Estados Unidos e América Latina, foram estudadas a quantidade e a qualidade das árvores da Bacia e das Planícies Amazônicas.


Após medirem a densidade arbórea (quantidade de árvores por espaço medido) e estimarem a abundância e a frequência das espécies, a equipe registrou mais de 300 bilhões de árvores distribuídas em cerca de 16000 espécies. Destas, 227 se mostram dominantes, ocorrendo em metade do número total de árvores, enquanto há outras 11000 espécies mais raras que compõem apenas 0,12% do total de árvores. Dentre as mais comuns estão as palmeiras e a castanha-do-Pará.
O artigo conclui que uma estreita parte da diversidade arbórea é responsável pela maior parte do ciclo biogeoquímico da região. Estudar como tais espécies se tornaram dominantes é muito relevante para futuros estudos acerca da Ecologia, Biogeoquímica e vegetação da Amazônia. Outro ponto relevante da pesquisa é registrar as espécies ameaçadas e atentar para sua preservação.

Para ler o artigo na íntegra acesse o link.