Responsável
Prof. Dr. Fernando Passos Ribeiro Gomes
Horário de atendimento: 2ª a 6ª feira, das 8h00 às 17h00
A ouvidoria acolhe da comunidade do Instituto de Biociências, manifestações a respeito de questões, reclamações, conflitos e outros problemas não solucionados pelos canais regulares de atendimento, analisando-os e procurando atuar na busca de soluções apropriadas para cada caso.
A ouvidoria também pode receber reclamações e denúncias de membros externos à comunidade, contanto que digam respeito aos serviços que a instituição presta. É garantida a confidencialidade das informações transmitidas à Ouvidoria.
Não é função da ouvidoria do Instituto de Biociências informar sobre serviços prestados nas suas variadas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Informações dessa natureza podem ser obtidas acessando-se o site do Instituto, no qual estão disponíveis informações sobre os diversos serviços.
Registre sua manifestação à Ouvidoria do IB-USP através do link da Ouvidoria Geral da USP, opção REGISTRE SUA MANIFESTAÇÃO, Instituto de Biociências-IB/USP.
O grupo, criado pela Diretoria do IB/USP, coordena e intensifica, no âmbito do Instituto, reflexões, discussões e análises, como também intermedeia tensões que eventualmente surjam na comunidade, envolvendo questões de gênero.
Conheça as integrantes do "IB Mulheres":

Gisele Akemi Oda (Profa. do Dept. de Fisiologia)

Maria Dulcetti Vibranovski (Profa. do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva)

Pamela Cristina Santana (Aluna de pós-graduação)

Marina V. A. Souza (Aluna de graduação)

Mila Pamplona (Aluna de pós)

Renata Pardini (Profa. do Dept. de Zoologia)
Roberta Pacheco Damasceno (Pós-doc, do Dept. de Zoologia)

Vera Lucia Barboza Lima (Funcionária do Dept. de Ecologia)
Elisa Costa Paiva (Pós-doc do Dept. de Zoologia)
O início dos trabalhos do grupo foi marcado por uma apresentação intitulada "PROPORÇÃO DE MULHERES EM DIFERENTES FASES DA CARREIRA NO IB", no Dia Internacional da Mulher (08.03.17).

Prezad@s docentes, estudantes e funcionári@s,
Existem vários tipos de comportamentos que são inapropriados e que podem afetar o bem-estar na sala de aula, nos laboratórios e nas relações de trabalho. Essas atitudes são danosas, trazem sentimentos de vulnerabilidade e isolamento profissional, frequentemente atingindo mais as mulheres. Uma vez que vários desses comportamentos ainda são comuns no nosso dia-a-dia, apresentamos uma lista que pode ajudar a identificá-los e evitá-los.
1) comportamento intimidador: palavras abusivas, intimidadoras, humilhantes ou ameaçadoras geram estresse e constrangimento. Caracterizam assédio moral e as vítimas são comumente grupos vulneráveis/minorias.
2) piadas de mau gosto: qual o intuito da “brincadeira”? Se ela faz alguém se sentir mal, a piada está deixando de cumprir seu intuito. A falta de reação pública não significa aceitação, pois nem sempre há espaço para a pessoa constrangida se manifestar. No fundo, essas “brincadeiras” só reforçam estereótipos e vieses explícitos ou implícitos.
3) toques inconvenientes: contatos físicos invasivos, abusivos e insistentes geram desconforto e constrangimento, devendo ser evitados, sendo comum viés de gênero na frequência e tipo desse contato.
4) imagens ofensivas ou que reforçam estereótipos: deve-se tomar cuidado com as imagens veiculadas em apresentações e palestras, evitando aquelas que reforçam estereótipos de gênero e a objetificação da mulher.
5) perseguição (“stalking”): importunação, perseguição obsessiva e insistente devem ser denunciados, não sendo aceitáveis em nossa comunidade.
6) comportamento diferenciado entre homens e mulheres: deve-se dar chances e oportunidades iguais para homens e mulheres em ambientes de trabalho, evitando associações entre tarefas específicas e estereótipos de gênero, as quais têm prejudicado a formação profissional das mulheres.
Se você tem vivido situações como as descritas acima, entre em contato conosco - IB Mulheres (mulheres@ib.usp.br). Sua identidade será protegida e você será tratad@ com respeito.
Contato: mulheres@ib.usp.br