IB Mulheres

O grupo, criado pela Diretoria do IB/USP, coordena e intensifica, no âmbito do Instituto, reflexões, discussões e análises, como também intermedeia tensões que eventualmente surjam na comunidade, envolvendo questões de gênero.

 

Conheça as integrantes do "IB Mulheres":

 

GiseleGisele Akemi Oda (Profa. do Dept. de Fisiologia) MariaMaria Dulcetti Vibranovski (Profa. do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva) PamelaSantanaPamela Cristina Santana (Aluna de pós-graduação) 
     
Marina SouzaMarina V. A. Souza (Aluna de graduação) MilaMila Pamplona (Aluna de pós) RenataPardiniRenata Pardini (Profa. do Dept. de Zoologia) 
     
RobertaDamascenoRoberta Pacheco Damasceno (Pós-doc, do Dept. de Zoologia) VeraVera Lucia Barboza Lima (Funcionária do Dept. de Ecologia)  ElisaElisa Costa Paiva (Pós-doc do Dept. de Zoologia)
     
     

O início dos trabalhos do grupo foi marcado por uma apresentação intitulada "PROPORÇÃO DE MULHERES EM DIFERENTES FASES DA CARREIRA NO IB", no Dia Internacional da Mulher (08.03.17).


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Prezad@s docentes, estudantes e funcionári@s,

Existem vários tipos de comportamentos que são inapropriados e que podem afetar o bem-estar na sala de aula, nos laboratórios e nas relações de trabalho. Essas atitudes são danosas, trazem sentimentos de vulnerabilidade e isolamento profissional, frequentemente atingindo mais as mulheres. Uma vez que vários desses comportamentos ainda são comuns no nosso dia-a-dia, apresentamos uma lista que pode ajudar a identificá-los e evitá-los. 

1) comportamento intimidador: palavras abusivas, intimidadoras, humilhantes ou ameaçadoras geram estresse e constrangimento. Caracterizam assédio moral e as vítimas são comumente grupos vulneráveis/minorias.

2) piadas de mau gosto: qual o intuito da “brincadeira”? Se ela faz alguém se sentir mal, a piada está deixando de cumprir seu intuito. A falta de reação pública não significa aceitação, pois nem sempre há espaço para a pessoa constrangida se manifestar. No fundo, essas “brincadeiras” só reforçam estereótipos e vieses explícitos ou implícitos.

3) toques inconvenientes: contatos físicos invasivos, abusivos e insistentes geram desconforto e constrangimento, devendo ser evitados, sendo comum viés de gênero na frequência e tipo desse contato.

4) imagens ofensivas ou que reforçam estereótipos: deve-se tomar cuidado com as imagens veiculadas em apresentações e palestras, evitando aquelas que reforçam estereótipos de gênero e a objetificação da mulher.

5) perseguição (“stalking”): importunação, perseguição obsessiva e insistente devem ser denunciados, não sendo aceitáveis em nossa comunidade.

6) comportamento diferenciado entre homens e mulheres: deve-se dar chances e oportunidades iguais para homens e mulheres em ambientes de trabalho, evitando associações entre tarefas específicas e estereótipos de gênero, as quais têm prejudicado a formação profissional das mulheres.

Se você tem vivido situações como as descritas acima, entre em contato conosco - IB Mulheres (mulheres@ib.usp.br). Sua identidade será protegida e você será tratad@ com respeito.

Contato: mulheres@ib.usp.br

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