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O Instituto de Biociências quer ser protagonista na história da USP, afirma diretor

marcoseOswaldo"O Instituto de Biociências deve ter a missão de ajudar a sociedade a caminhar no sentido de um mundo com pessoas e ecossistemas mais saudáveis. Um mundo mais justo e mais sustentável. O IB quer ser protagonista na história da USP. Assim, o novo diretor do IB, Marcos Silveira Buckeridge, concluiu seu discurso na cerimônia que marcou sua posse, ao lado do novo vice-diretor da unidade, Oswaldo Keith Okamoto.
 
A cerimônia foi realizada no dia 28 de março, na sala do Conselho Universitário, no prédio da Reitoria, em São Paulo."
 
 
 

Livro publicado

Livro publicado - Sentinel 2 (A e B): protocolo de instalação e uso para trabalhar imagens na avaliação da qualidade da água de reservatórios

livropompeoO Prof. Marcelo Pompêo, do Departamento de Ecologia do IB/USP, e colaboradores publicaram novo livro com temática relacionada ao sensoriamento remoto, para uso de Imagens do satélite Sentinel 2 (A e B).

 

O livro poderá ser baixado livremente e gratuitamente aqui.

Pesquisadores avançam no desenvolvimento da “cana papaia”

seminar21Pesquisadores avançam no desenvolvimento da “cana papaia”

"Durante o período de amadurecimento do mamão (Carica papaya), as células da parede celular do fruto se separam, tornando o tecido mais amolecido e de fácil digestão. Esse processo permite a disponibilização de conteúdos celulares e facilita a extração do açúcar (sacarose) da fruta ao ser ingerida.

Recentemente, constatou-se que a raiz da cana-de-açúcar realiza um processo similar. Durante seu desenvolvimento, as paredes celulares são modificadas e formam-se espaços preenchidos de ar (chamados de aerênquimas) que separam as células.

“Os aerênquimas são muito comuns em plantas alagadas, como o arroz, pois favorece a sustentação ou a flutuação na água, a chegada de oxigênio e a retirada de gás carbônico das partes submersas do vegetal”, dise Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP).

Nos últimos anos, Buckeridge e colaboradores têm se dedicado a estudar os genes envolvidos na separação celular na raiz da cana a fim de desenvolver variedades transgênicas da planta que permitam que esse processo ocorra em outras partes, como no colmo, onde se acumulam biomassa e sacarose.

Dessa forma, seria possível cultivar variedades de cana com a parede celular amolecida como a de um mamão – a chamada “cana papaia”. E, com isso, facilitar a degradação da parede celular e viabilizar a produção em larga escala de bioetanol de segunda geração (obtido a partir da biomassa).

Agora, um grupo de pesquisadores vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol – um dos INCTs apoiados pela FAPESP em São Paulo em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – deram um importante passo nesse sentido."

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