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Combatendo doenças tropicais - Projeto BioTROJAN

biotrojanCombatendo doenças tropicais - Projeto BioTROJAN

"Você já pensou que poderíamos combater doenças transmitidas por insetos usando microrganismos?!

Bem, essa é a proposta do projeto BioTROJAN!

O BioTROJAN é um projeto em desenvolvimento por alunas e alunos dos mais variados institutos da USP, como Farmácia, IME, Biomedicina, Química, Psicologia e também da Biologia!
Pretendemos usar a abordagem de biologia sintética para combater doenças que têm insetos como vetores de transmissão, como por exemplo a malária que é transmitida pelo Anopheles sp.. Para isso, vamos usar a estratégia da paratransgênese modificando microrganismos simbiontes dos vetores, de forma que eles detectem e liberem efetores contra os patógenos, os impedindo de completarem seu ciclo de vida.
Com esse projeto vamos participar da maior competição de biologia sintética do mundo, o iGEM (International Genetically Engineered Machine), que foi criada em 2003 no MIT e acontece anualmente em Boston, nos EUA, contando com a participação de dezenas de times do mundo todo! Em anos anteriores, times da USP já estiveram lá competindo e inclusive trazendo medalhas, no ano passado conseguindo prata. Neste ano queremos mais uma vez representar a ciência brasileira lá fora.
Mas para poder concretizar nosso projeto precisamos de apoio, caso tenha interesse em saber mais sobre a gente e o projeto, curta nossa página do Facebook, acesse nosso site ou entre em contato por e-mail, obrigado!

Time iGEM USP 2017"

A compensação de árvores pelas paredes verdes

compensacaoA compensação de árvores pelas paredes verdes

Confira duas reportagens 1 e 2, com a participação do Prof. Marcos Silveira Buckeridge do Departamento de Botânica do IB/USP, sobre os jardins verticais e os muros verdes da cidade de SP.
Após uma comparação, tomando como base a copa da espécie Tipuana tipu, que representa quase a totalidade das árvores da cidade, o docente concluiu que 1m2 de árvore equivaleria a 2m2 de parede verde. Outras questões devem ser consideradas, como a captura de carbono, realizada em maior quantidade pelas árvores, e a questão da água. A árvore, além de liberar umidade, ajuda a absorver a água do solo e evitar enchentes, enquanto as paredes verdes precisam ser irrigadas constantemente para sobreviver.
"Para Buckeridge, as paredes verdes têm um apelo estético indiscutível, mas a prioridade para a cidade deve ser a arborização, pois São Paulo tem um déficit de 150 mil árvores".

Os efeitos da poluição na Represa Billings

billingsOs efeitos da poluição na Represa Billings

Estudo, coordenado pela profa. Renata Guimarães Moreira Whitton do Departamento de Fisiologia do IB/USP, busca entender os efeitos da poluição na vida aquática da Represa Billings, na zona Sul de SP.

Leia mais:Os...