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A liderança brasileira em biocombustíveis

cana2A liderança brasileira em biocombustíveis

Estudo publicado na revista Global Environmental Politics aponta que o continente africano é crucial para que o Brasil lidere globalmente o setor de energia renovável. A África dispõe de terra para o plantio da cana e de condições climáticas e agrícolas favoráveis e o Brasil, de recursos materiais e científicos.

Em reportagem da Agência FAPESP, o Prof. Marcos Silveira Buckeridge do departamento de Botânica do IB/USP, também coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Etanol e um dos pesquisadores do Centro de Processos Biológicos e Industriais para Biocombustíveis, ponderou: "A replicação do modelo de produção do etanol brasileiro em savanas africanas, por exemplo, representaria uma oportunidade de o Brasil demonstrar sua liderança e aumentar sua visibilidade, posicionando-se de forma estratégica em um mercado global emergente e criando oportunidades para expansão do setor de bioenergia”.

Nova espécie de ameba homenageia personagem de O Senhor dos Anéis

amebaNova espécie de ameba homenageia personagem de O Senhor dos Anéis

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sobre uma nova espécie de ameba descrita pelos pesquisadores do Laboratório de Evolução de Protistas, coordenado pelo prof. Daniel José G. Lahr

do departamento de Zoologia do IB/USP, em colaboração com outros pesquisadores, em homenagem ao mago Gandalf, da série O Senhor dos Anéis.

Time composto por alunos do IB vence competição

timealunoTime composto por alunos do IB vence competição

AlgAranha ficou entre os medalhistas de prata no iGEM 2016

O time (AlgAranha 2016) formado pelos alunos de graduação do IB/USP Viviane Mayumi Siratuti, Felipe Xavier Buson e outros estudantes da USP (ICB, IF, FCF, FFLCH e FAU), em colaboração com estudantes da UNIFESP e UNESP, venceu a recente competição “Internacioonal Genetically Engineered Machine” (iGEM), realizada em Boston, EUA.

O competição anual reúne (desde 2004) alunos de graduação e pós-graduação em times com representantes dos quatro continentes, que apresentam projetos com alto valor tecnológico, científico e industrial em torno do desenvolvimento e divulgação da biologia sintética.

Entenda a proposta inovadora que rendeu medalha de prata ao AlgAranha:

"Teias de aranha são estruturas feitas de proteínas e apresentam várias características interessantes, como a capacidade de estimular a regeneração da pele. Anualmente 11 milhões de pessoas sofrem acidentes com queimaduras e precisam de cuidados médicos. Além disso, grande parte dos casos passam por infecções por organismos resistentes a antibióticos. E se pudéssemos associar esses fatos para criar um
curativo especial que além de estimular a regeneração na pele pudesse evitar infecções por organismos resistentes?" Foi exatamente essa a proposta do time.
Apesar do projeto não ter sido concluído em sua totalidade, o que renderá futuras pesquisas para anos seguintes, segundo relato do time: "Expandimos o banco de dados da competição (iGEM) com resultados importantes que acreditamos que serão úteis para times e cientistas futuros. Focamos principalmente em compartilhar os experimentos sobre a produção de proteínas em nossa alga de interesse, um organismo muito interessante para a pesquisa científica. Desenvolvemos alguns dos equipamentos de laboratório necessários e ensinamos outras pessoas a montarem seus próprios equipamentos."

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