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Novo Ponto de Coleta de esponjas usadas

esponjaNovo Ponto de Coleta de esponjas usadas

A CAMBIO é um projeto de extensão universitária dentro do nosso instituto, entre vários projetos que fazemos relacionados a Educação Ambiental e às questões socioambientais, temos a coleta de esponjas usadas. Usualmente, era feita nas copas dos departamentos através de coletor ao qual denominamos de "Papa-Esponja" (um pote de sorvete identificado). Agora, ainda permanecem os antigos coletores nas copas, mas acrescentamos mais um ponto de coleta: no saguão do Centro Didático, numa caixa branca identificada.
Quando você coloca as esponjas que não vai mais utilizar nesses coletores, nós, da CAMBIO, passamos recolhendo e armazenamos todas. Semestralmente, enviamos via correio caixas lotadas de esponjas para a Terra Cycle/Brigada da Scotch Brite, lá eles reciclam as esponjas, produzindo novos materiais a partir de matéria-prima reutilizada!
Colabore com a gente e com essa ideia! Traga suas esponjas de casa também!!!

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Combatendo doenças tropicais - Projeto BioTROJAN

biotrojanCombatendo doenças tropicais - Projeto BioTROJAN

"Você já pensou que poderíamos combater doenças transmitidas por insetos usando microrganismos?!

Bem, essa é a proposta do projeto BioTROJAN!

O BioTROJAN é um projeto em desenvolvimento por alunas e alunos dos mais variados institutos da USP, como Farmácia, IME, Biomedicina, Química, Psicologia e também da Biologia!
Pretendemos usar a abordagem de biologia sintética para combater doenças que têm insetos como vetores de transmissão, como por exemplo a malária que é transmitida pelo Anopheles sp.. Para isso, vamos usar a estratégia da paratransgênese modificando microrganismos simbiontes dos vetores, de forma que eles detectem e liberem efetores contra os patógenos, os impedindo de completarem seu ciclo de vida.
Com esse projeto vamos participar da maior competição de biologia sintética do mundo, o iGEM (International Genetically Engineered Machine), que foi criada em 2003 no MIT e acontece anualmente em Boston, nos EUA, contando com a participação de dezenas de times do mundo todo! Em anos anteriores, times da USP já estiveram lá competindo e inclusive trazendo medalhas, no ano passado conseguindo prata. Neste ano queremos mais uma vez representar a ciência brasileira lá fora.
Mas para poder concretizar nosso projeto precisamos de apoio, caso tenha interesse em saber mais sobre a gente e o projeto, curta nossa página do Facebook, acesse nosso site ou entre em contato por e-mail, obrigado!

Time iGEM USP 2017"

A compensação de árvores pelas paredes verdes

compensacaoA compensação de árvores pelas paredes verdes

Confira duas reportagens 1 e 2, com a participação do Prof. Marcos Silveira Buckeridge do Departamento de Botânica do IB/USP, sobre os jardins verticais e os muros verdes da cidade de SP.
Após uma comparação, tomando como base a copa da espécie Tipuana tipu, que representa quase a totalidade das árvores da cidade, o docente concluiu que 1m2 de árvore equivaleria a 2m2 de parede verde. Outras questões devem ser consideradas, como a captura de carbono, realizada em maior quantidade pelas árvores, e a questão da água. A árvore, além de liberar umidade, ajuda a absorver a água do solo e evitar enchentes, enquanto as paredes verdes precisam ser irrigadas constantemente para sobreviver.
"Para Buckeridge, as paredes verdes têm um apelo estético indiscutível, mas a prioridade para a cidade deve ser a arborização, pois São Paulo tem um déficit de 150 mil árvores".