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Pesquisadores avançam no desenvolvimento da “cana papaia”

seminar21Pesquisadores avançam no desenvolvimento da “cana papaia”

"Durante o período de amadurecimento do mamão (Carica papaya), as células da parede celular do fruto se separam, tornando o tecido mais amolecido e de fácil digestão. Esse processo permite a disponibilização de conteúdos celulares e facilita a extração do açúcar (sacarose) da fruta ao ser ingerida.

Recentemente, constatou-se que a raiz da cana-de-açúcar realiza um processo similar. Durante seu desenvolvimento, as paredes celulares são modificadas e formam-se espaços preenchidos de ar (chamados de aerênquimas) que separam as células.

“Os aerênquimas são muito comuns em plantas alagadas, como o arroz, pois favorece a sustentação ou a flutuação na água, a chegada de oxigênio e a retirada de gás carbônico das partes submersas do vegetal”, dise Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP).

Nos últimos anos, Buckeridge e colaboradores têm se dedicado a estudar os genes envolvidos na separação celular na raiz da cana a fim de desenvolver variedades transgênicas da planta que permitam que esse processo ocorra em outras partes, como no colmo, onde se acumulam biomassa e sacarose.

Dessa forma, seria possível cultivar variedades de cana com a parede celular amolecida como a de um mamão – a chamada “cana papaia”. E, com isso, facilitar a degradação da parede celular e viabilizar a produção em larga escala de bioetanol de segunda geração (obtido a partir da biomassa).

Agora, um grupo de pesquisadores vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol – um dos INCTs apoiados pela FAPESP em São Paulo em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – deram um importante passo nesse sentido."

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Iniciativa Brasileira de Reprodutibilidade

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"A Profa. Dra. Ana Maria de Lauro Castrucci, orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciênicas (Fisiologia Geral) é participante (única do IB e uma dentre apenas 6 pesquisadores da USP), junto com Leonardo de Assis, seu aluno de doutorado, e Maria Nathalia Moraes, pós-doutoranda, da “Iniciativa Brasileira de Reprodutibilidade”. Esta é uma iniciativa multicêntrica, sediada no Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo De Meis da UFRJ, que visa a avaliar reprodutibilidade da ciência biomédica brasileira. Financiada pelo Instituto Serrapilheira, propõe-se a reproduzir, em 3 laboratórios brasileiros diferentes, uma amostra de 50 a 100 experimentos de artigos brasileiros em 3 a 5 áreas diferentes de pesquisa. A Folha de S.Paulo e Nexo destacaram em suas matérias a importância do empreendimento e o suporte do Instituto Serrapilheira, que forneceu 1 milhão de reais para a fase 1 do projeto. Adicionalmente, ocorreu ontem o primeiro webinar da iniciativa, que pode ser assistido no youtube".

Parabenizamos o grupo da Profa. Ana Maria de Lauro Castrucci pela participação nesta importante iniciativa

ARQUEOLOGIA NO ENSINO BÁSICO

archeo2ARQUEOLOGIA NO ENSINO BÁSICO

"Ederson Granetto entrevista a professora Sabine Eggers e a pesquisadora Celia Boyadjian, do instituto de Biociências da Universidade de São Paulo sobre como usar a arquologia para despertar o interesse pela ciências em alunos do ensino básico"

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